A gente esperou um ano inteiro para poder trazer de volta um café da Vista da Serra. E agora que chegou, dá pra dizer com tranquilidade: valeu cada segundo.
Depois de um período sem cafés do sítio por conta das altas do mercado, esse retorno vem em grande estilo. Um lote que traduz não só o potencial do terroir das Matas de Minas, mas também o cuidado e a consistência do trabalho do seu Ari, da Ananda e do Neto.
Aqui, o destaque vai para o perfil sensorial clássico da região: notas florais delicadas combinadas com a doçura de mascavo, resultando em um café equilibrado, limpo e com finalização agradável. É o tipo de xícara que agrada tanto quem já tem repertório quanto quem está começando a explorar cafés especiais.
Mais do que um café, é uma relação construída ao longo do tempo e isso aparece, com clareza, na xícara. É daqueles cafés que você prova e entende por que a gente faz questão de ter por perto.

